Pedro Henrique conversa com o cantor Dudu Freitas sobre o lançamento de “Se Não Lembro, Não Fiz”
O samba e o pagode seguem revelando novos talentos pela Baixada Fluminense — e um dos nomes que despontam com força é o de Dudu Freitas, cantor, compositor e presença constante nos eventos da região. Em entrevista ao Alô Você Oficial, conduzida pelo comunicador Pedro Henrique, o artista fala sobre o lançamento da música “Se Não Lembro, Não Fiz”, suas inspirações, trajetória e expectativas para o futuro.
O que inspirou a composição de “Se Não Lembro, Não Fiz”?
“Um belo dia, indo trabalhar, a ideia veio. Comecei a compor, pegando histórias que se encaixavam, situações do dia a dia… Daí nasceu essa música que está ganhando espaço.”
A letra nasce de alguma vivência pessoal ou é uma brincadeira com o cotidiano?
“É uma brincadeira do cotidiano. Acho que tem a ver com muita gente que vive as noites cariocas.”
Como foi o processo de criação e produção da faixa?
“Foi bem bacana. Tive a oportunidade de dar uma nova roupagem à música em um projeto chamando novos talentos, junto com a Pagodeira da FM O Dia.”
Quem participou da produção musical?
“A faixa foi produzida pelo Vinicius Santos, em parceria com a Black Produtora.”
Houve alguma passagem marcante no estúdio?
“Foi ao vivo, né? Então tudo foi marcante: a presença da minha família, do público e da FM O Dia.”
O que essa música representa dentro da sua identidade artística?
“Tem tudo a ver comigo. A criação é minha, mas a história retrata o que acontece com os cariocas que gostam de aventura.”
Quais referências influenciaram esse trabalho?
“Cresci ouvindo Fundo de Quintal, Cartola, Cléber Augusto, Mário Sérgio, Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Almir Guineto… Mas hoje minha maior referência é o Mumuzinho.”
Como tem sido a sua trajetória no samba e no pagode?
“Correria total! Hoje eu me dedico muito mais que antes e estou bem focado. Aprendi a gostar do processo. O momento é agora — o resultado vem com o tempo.”
Qual foi o momento decisivo para seguir a carreira musical?
“Sempre fui ligado à música. Minha primeira composição fiz aos 9 anos, e desde os 13 vivo o pagode. Em 2017, iniciei minha carreira solo.”
O que você leva das rodas de samba e dos palcos para essa nova fase?
“Experiência.”
Quais são as expectativas para o lançamento da música?
“São muitas! Acho que o sonho de qualquer artista é ouvir sua música na rádio, ver a galera cantando… Isso não tem preço.”
Há planos para clipe, acústico ou lyric video?
“Sim! Há planos de um audiovisual. Em breve teremos novidades.”
O que você espera que o público sinta ao ouvir a faixa?
“Espero que curtam bastante e passem a acompanhar meu trabalho. Tenho muito mais para contribuir, muitas ideias chegando.”
Há previsão de shows pela Baixada e pelo Rio?
“Sempre estamos participando de eventos pela Baixada Fluminense. As datas dos próximos shows ficam nas minhas redes sociais.”
Como você enxerga a cena cultural para artistas independentes?
“A cena cultural oferece espaço para que artistas emergentes sejam vistos, ouvidos e reconhecidos. Sem grandes campanhas ou gravadoras, eventos, coletivos, festivais e espaços alternativos acabam funcionando como divulgação orgânica e legitimação.”
Que mensagem você deixa para quem está conhecendo seu novo trabalho?
“Fiquem ligados: tem projeto saindo do forno. E nunca desistam dos seus sonhos. Pode ser difícil, mas nada é impossível. Nada supera a persistência.”
Como acompanhar suas redes sociais?
Instagram: @dudufreitasoficial
YouTube: Dudu Freitas
Facebook: Dudu Freitas

